05 julho, 2009

São Paulo: 2º dia e Final


Bom, gente. Eu enrolei demais pra postar o final dessa história que se desenrolou durante os dias 15 e 19 de Junho. E pra compensar a minha negligência com o blog durante as duas últimas semanas, vou contar logo o desfecho dessa aventura, o que inclui os 2 últimos dias da nossa viagem.

11º Encontro Locaweb de Profissionais da Internet
(17/06/2009)



Bom, na quarta-feira acordamos às 6h. Nos arrumamos bem rápido, pra poder pegar o ônibus que nos levaria até a Av. Paulista, de onde teríamos que andar até a Av. Frei Caneca. O congresso começaria às 8h. Chegando à Paulista, descemos do ônibus, e fomos andando na direção que nos foi apontada, a Frei Caneca deveria estar logo em frente. Não entramos na rua, certa, mas por sorte logo encontramos a avenida, e nem chegamos a nos perder de verdade.

O evento ia acontecer no Shopping Frei Caneca, no espaço para conferências que tem lá. O shopping é grande, e o identifiquei muito com o Bouganville daqui, meio tortuoso, e até um pouquinho confuso à primeira vista, mas logo a gente já tinha pegado o jeito, e ne chegamos a nos perder lá dentro (como muitas vezes já consegui aqui no Flamboyant e no Araguaia Shopping). Ao entrarmos no espaço da conferência, pegamos nossos crachás e a mochilinha que eles deram (super-legal, tão profissional), que veio com um bloquinho super-lindo e útil.

[Stand da Microsoft]


Sim! Só tinha homem naquele lugar e nerd. Tipo, acho que nem 10% do público que participou do congresso era formado por mulheres. Mas, as promotoras dos patrocionadores eram moças, course (as da Locaweb, inclusive, usavam uns vestidinhos bem curtinhos, apesar do gelo do ar-condicionado). Foram 6 palestras. Muito interessantes. A mais dinâmica foi a do Fábio Akita, sobre Agilidade e Qualidade de Projetos (e mais completa, também).

Uma coisa sobre a qual todos eles falaram foi sobre o Twitter. Sério, é a nova tendência e quem não tem faça logo o seu. A dica principal, é tuitar coisas legais, principalmente as empresas que utilizam o serviço. Além disso, foram 2 coffee breaks, super-organizados e deliciosos, diga-se de passagem.

Na hora do almoço, que era livre, a @danamalua e eu até procuramos o Burger King, mas pra nossa infelicidade, não tinha nenhum lá. A gente comeu na Subway mesmo (muuuito boom). Só que a gente tinah comido tanto, que ficamos mais lotadas ainda.

[Paulo Henrique Amorim discursando]

No final das palestras teve uma mesa redonda, com um monte de personalidades da TI, e, por incrível que pareça, 2 jornalistas faziam parte do debate, que era mediado por outra jornalista. Um deles era o Paulo Henrique Amorim. OO Fiquei entusiasmada quando o vi lá. A discussão que começou falando de emprego, terminou num debate sobre o diploma de jornalista e a soberania brasileira (foi podre, permitam-me dizer). Mas, logo o assunto foi redirecionado e as coisas caminharam melhor.

[Meu prêmio. O software, course.]

Pra terminar a maré de sorte que atingiu a Dana e eu, no final de tudo brindes foram sorteados... A Dana foi a primeira a ganhar (um mouse wirelles liiindo). Daí depois um cara do meu lado ganhou alguma coisa também. Eu, como não queria ficar de fora, resolvi falar que ia ganhar também. Foi uma situação bem legal e inusitada.

A moça que estava sorteando falou que daquela vez iriam sortear um programa de webdesign da Microsoft. Quando ela pegou a ficha, eu falei: "- É meu!". Em seguida, a cerimonial: "- Juliana Marton!" (eu já disse que palavra de crente tem poder. é tudo na base da fé. quem não acredita, azar). A Dana começou a dar trela, e quando eu levantei o carinha do meu lado ficou com cara de bobo (comoassim?!). A gente teve que tirar foto com as tais promoters. -.- Mas, a alegria de ganhar o ExpressionBlend era tanta que nem me importei muito.

[Na porta do Shopping Frei Caneca, dando uma de turista]

Pra finalizar de vez nosso dia no congresso, a gente deu uma entrevistinha básica na saída, sobre o que a gente tinha achado do evento (quem eles foram pegar, né?). Na volta pra casa da Camila, a gente encontrou um mooonte de corinthianos indo para o Pacaembu, que é ali pertinho. Eu fiquei muitíssimo frustrada por não poder ir ao jogo. Os ingressos já estavam esgotados, e só se eu passasse fome pra ir ver meu Timão dar aquela surra no Inter (primeira final da Copa do Brasil. Sim, já somos campeões, thanks).

O melhor (ou mais torturante, não estou certa) é que do apê da Camila dava pra ouvir a torcida, e quando o Corinthians marcou os gols, os fogos da Fiel clarearam o céu nublado de São Paulo. Com certeza eu teria arrastado a Dana até lá. Depois de ver a bela vitória do Coringão fomos dormir. A proposta para o nosso último dia na cidade, era ir até a Av. 25 de Março (a Bernardo Sayão daqui, vulgarmente). E, pra não perdermos tempo, levantaríamos novamente às 6h (dormir a gente dorme em casa, né).

25 de Março e Parque do Ibirapuera
(18/06/2009
)

[Parque do Ibirapuera]

A noite foi densa. Dormi feito uma pedra. Na hora de acordar já me aconteceu algo bem engraçado. Eu estava sonhando que conversava com uma amiga, de repente ela me avisa que atrás de mim, alguém me chamava. Quando viro eu acordo e era a Dana. OO Sim! Foi bem estranho e uma forma muito inusitada de se acordar. Recorrendo a Freud (excuse me), é interessante a maneira como nosso inconsciente trabalha. Okey, chega de Psicanálise.

Levantamos e nos vestimos. Eu nem quis levar bolsa, depois das coisas que todo mundo ficou falando sobre como é perigoso andar na 25 e que se der bobeira é assaltado mesmo. Fui com a minha blusona, que tem uns bolsos espertos. Coloquei tudinho lá. Saímos, e pegamos um ônibus que ia em direção a Barra Funda. Chegando lá, pegamos o metrô, em direção a . Dessa vez, realmente me deu enjôo.

A Estação da Sé é bem cheia, e um pouquinho confusa, mas a gente se virou bem e logo chegamos a 25 de Março. Nem foi tudo aquilo de bagunça que o pessoal falou. Era tão cedo (tipo, 8h30), que a avenida estava bem vazia. As 2 passando mal, não conseguimos olhar pra nada antes de ir comer alguma coisa. Cambaleando, encontramos uma lanchonete, que pelo movimento, entendemos ser um bom lugar pra comer.

[Dana e a ponte européia, que encontramos lá, ao fundo]

Depois de nos alimentar fomos em direção a um a lojinha de bijoux que vimos na ida. Lá tinha de tudo, sabe. e dava pra ficar lá umas 3h (ha-ha, exageraaada). A Dana comprou algumas coisinhas, eu também. Quando terminamos nossas comprinhas, nem eram 9h, resolvemos então que iríamos até o Parque do Ibirapuera.

Pegamos o metrô de novo, e fizemos o caminho inverso, para chegarmos até a Paulista. Sabíamos que o parque era no final da Av. Brigadeiro Luís Antônio, que cruzava a Paulista, nossa parada oficial durante a viagem. Andamos uma parte da Paulista até a Brigadeiro, e, pensando que não poderia ser tão longe, resolvemos descer a Brigadeiro até o parque. Mas, é claro, nos enganamos. Foram bem uns 20 ou 25 minutos de caminhada. A nossa "sorte" é que era tudo descida e o papo estava bom.

Chegando ao Ibirapuera, por volta das 10h, tiramos a fotinha básica do Movimento às Bandeiras. A Dana queria entrar pelo portão 3, se não me engano, mas a entrada mais próxima era a e entramos por lá mesmo. A gente andou muito naquele parque, muito mesmo. Ele é enorme e lindo, daí a gente aproveitou pra tirar o atraso das fotos que a gente não bateu a viagem toda. Foram poses e mais poses e caminhadas.

[Eu e o pato que estava tentando me atacar *olha minha cara de assustada*]

Naquela quinta-feira o Pavilhão Japonês não estava aberto a visitações, e tinha um monte de japinhas em um tipo de cerimônia celebrada em japonês mesmo. Eu fiquei muitíssimo curiosa com aquilo, mas tinha um tiozinho olhando torto pra gente, resolvemos seguir em frente. Tinha uma escola visitando o Ibirapuera também, então tinha crianças correndo pra todo lado.

Às 11h decidimos nos retirar, mas dessa vez a gente ia pegar o ônibus pra chegar até a Paulista, porque o caminho era muito longo, e nossos pés já estavam dormentes de tanto andar. Não foi difícil achar o transporte que fazia a linha, mas chegando à Paulista, tivemos que andar até a Consolação. Uma incentivando a outra, sempre, porque estava bem difícil de caminhar (e que caminhada). Tudo correu bem, enfim, conseguimos chegar "inteiras" no apê da Camila, pegar nossas coisas e seguir para a Estação do Tietê, onde o interestadual nos aguaradava para voltarmos à Goiânia.

De volta a Goiânia

Comemos lá mesmo, na rodoviária, e embarcamos no ônibus um pouco antes das 15h, hora de saída prevista. Lá fui eu, novamente, tomar meu Dramin. Foram 2 comprimidos dessa vez, eu queria muito dormir a viagem toda. Realmente não me deu enjôo, mas meu humor foi muitíssimo comprometido, ainda mais porque tinha um casalzinho bem desagradável atrás da gente.

O cara insistia em enfiar o joelho nas minhas costas, isso quando não ligava a bendita música sertaneja no celular (fone de ouvido é uma invenção maravilhosa). Sério! Quase entreguei os meus pra ele. Mas, antes disso, resolvi ligar o meu MP3 e colocar no volume máximo. Tiro e queda, fiquei inerte por várias horas, com algumas interrupções de músicas e joelhadas nas costas.

Mas, enfim chegamos a Goiânia. A Dana desceu antes, perto da casa dela. Eu continuei até a rodoviária, onde minha mãe iria buscar minhas coisas. De lá, fui direto pra aula de Psicanálise (sim, estou com mania de analisar todo mundo. be careful). Claro que cheguei super-atrasada e a Lorena ainda mais. Mas, a professora entendeu que havíamos acabado de chegar de São Paulo e que ainda tínhamos tido a consideração de ir a aula dela. Resultado: presença garantida. Pelo menos, acho, que por falta não reprovo nessa matéria. Mas, essa já é outra história.

-kisscallme;*


Pra saber como tudo isso começou, clique AQUI!

8 comentários:

Karol disse...

Oii, primeira vez aqui no seu blog.. que legal o prêmio, parabéns..e vc me lembrou do subway que vai abrir a 2 minutos da minha casa.. rss...ansiedaaaaaade!bjo

Dana Malua disse...

Hehehe! Foi incrível mesmo!
Precisamos fazer mais viagens como essas, e em um lugar que tenha Burger King =D

Bruno Rodrigues disse...

kkkkkk.... Paresce um bando de loco em São Paulos... Comédia ... Muito Bom.... Dá para fazer um filme se junta essa história inteira. Muito Bom parabéns...

Túlio Moreira Rocha disse...

my dear friend,

ontem tava vendo um filme dos anos 80 que se passava em são paulo e, nossa, que cidade linda!

quero mto conhecer, deve ser algo mto mto magico!

quem sabe um dia não organizamos uma excursão? ehhehe

adoro sua sinceridade, como aqui:

"A discussão que começou falando de emprego, terminou num debate sobre o diploma de jornalista e a soberania brasileira *foi podre, permitam-me dizer*."

aheohehoaheoa

saudade d+++

bjooo!

pequena disse...

Ai amiga, as suas fotos no parque estão lindas... o que é aquela ponte? parece que vc está em Paris rsss

Bjocas e depois vou comentando com calma cada parte do texto rss 25 de março foi bom? rsss

☆ Káh.Kau ☆ disse...

amei a história!! Vou falar de alguns pontos que fui lendo e falando aqui...rsrs
Primeiro amo burger king! mas, só acho no shops aricanduva...hehehe
Segundo: eita menina sortuda! eu já não tenho tanta sorte assim...:( fala como é esse programa pra mim depois, tá? rs
E lindas fotos do Ibira!! Já tirei foto no mesmo lugar que vc com os patinhos...show!!!
bjokss Júuu

Say disse...

Isso é o que chamo de contar a estória em seus mínimos detalhes, me senti lá com vcs (rs)
Caramba, a área de vcs estava com sorte, os 3, lado a lado ganharam os brindes /o/
Ah 25 de março, *o* um dos lugares q quero ir qdo algum diz eu for a Sampa.
E as fotos estão ótimas, adorei =D
Bjinhus ^3^

Péricles Carvalho disse...

putz! o Ibirapuera é lindo. ^^

sampa é uma cidade que quero muito conhecer! espero que isso ocorra logo!

vc conseguiu transformar a trip em algo além dos cartoes postais...

entre falas, ruas, onibus e andanças - quero conhecer SP como vc madrinha!

bjos

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